Burger Factory
Ementa escrita a giz em ardósia, tecto cheio de chapéus-de-chuva e cabides, uma máquina de jogos vazia por dentro,
troncos de árvore a segurar a mesa de mistura, bancos forrados com retalhos de tecidos, telefonias e motas antigas: é este o ambiente da hamburgueria “Burger Factory”.
Existem várias opções quanto à carne dos hambúrgueres que pode ser de vaca, frango, peru, seitan, soja ou especial da casa (temperada com especiarias), agradando-se assim a todos os gostos.
Recomendo o “Cometa” pela cebola caramelizada e o “Cravo” pela original adição de compota de frutos vermelhos a conferir-lhe um sabor adocicado, no entanto, achei que os hambúrgueres tinham pouco sabor, os temperos não envolviam o paladar… As batatas são caseiras mas já vinham meio frias.
É lamentável que se possa fumar no interior do espaço e que não seja possível trocar ingredientes.
Abertos fora’d’horas, a meu ver, o conceito passa mais por ser um sítio para se deixar estar a beber um cocktail e ouvir música do que o de ser uma boa hamburgueria.